domingo, 1 de julho de 2018

O direito de ir e vir não é só de alguns – é de todos

O direito de ir e vir não é só de alguns – é de todos

Quando a gente pensa em acessibilidade, a primeira coisa que vem à cabeça é uma rampa de entrada para cadeirantes. Mas o que é acessibilidade? O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, na página 52, apresenta a seguinte definição: “qualidade ou caráter do que é acessível; facilidade na aproximação, no tratamento ou na aquisição”. Mas será só isso? Vamos ver o que diz a lei: segundo o decreto número 5.296, de 2 de dezembro de 2004, acessibilidade é “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.
Em outras palavras, acessibilidade é uma mulher grávida conseguir embarcar no ônibus (e passar pela roleta) sem nenhuma dificuldade; acessibilidade é uma pessoa obesa poder sentar-se confortavelmente na poltrona do avião. É um anão que encontra um balcão de bilheteria da sua altura, na hora de ir ao teatro. Acessibilidade é um cego que cruza a rua sozinho, porque o semáforo emite um sinal sonoro, avisando que pode atravessá-la; é uma criança surda ter à disposição intérpretes de Libras na escola pública. É um cadeirante que pode se locomover por conta própria, numa cidade sem buracos nem obstáculos. Enfim, acessibilidade é a garantia plena do direito de ir e vir – e permanecer.
Para o secretário municipal de Mobilidade e Transportes de São paulo, Sérgio Avelleda, a iniciativa mostra o empenho da atual gestão em fazer de São Paulo uma cidade realmente inclusiva. “Acessibilidade total é uma prioridade dessa administração, além de simbolizar um incentivo a mais, vem ampliar o leque já oferecido pela Secretaria de Mobilidade e Transportes, com frota de ônibus cada vez mais acessível, ampliação do serviço Atende+ e do táxi acessível, além de maior facilidade.”

Ônibus - Sptrans 
Fotos adquiridas na net


Espaço reservado para cadeirante


Espaço para o transporte de Bike.



“A SPTrans trabalha em várias frentes para garantir acessibilidade. Desde a ampliação da capacidade de atendimento do Atende+, até a incorporação de novos ônibus acessíveis na frota de ônibus, tudo é feito pensando também nesta população com necessidades especiais”, explica o diretor de Operações da companhia, Paulo Cézar Shingai


Na atual gestão, o atendimento a pessoas com deficiência também passou a ser feito por cerca de 100 táxis pretos, com motoristas treinados e veículos adaptados.

Modelo Táxi SPIN e Doblo Adaptada Acessível
Transporta 01 (um Cadeirante e Dois acompanhantes)


Para quem possui movimento das pernas, é fácil levantar uma delas e transpor um desnível. Já para cadeirantes, subir a calçada requer a ajuda dos braços e pode ser um grande esforço. Por isso, é fundamental que haja guias rebaixadas, facilitando a vida não só de pessoas em cadeira de rodas, mas também de mães empurrando carrinhos de bebê e idosos com restrições de locomoção para isso os motoristas filiados aos serviços de Taxi antes de adquirir sua licença passar por um treinamento capacitando-o ao transporte e acompanhamento do usuário.







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